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Bombeiros do Rio registram mais de 8 mil salvamentos marítimos em 2026

Ação dos guarda-vidas nos primeiros quatro meses do ano é crucial para a segurança nas praias fluminenses, com queda em relação ao ano anterior, mas alerta para a prevenção.

27/04/2026 às 12:12
Por: Redação

No último domingo, dia 26 de abril de 2026, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) revelou o balanço de suas operações aquáticas, indicando que mais de oito mil pessoas foram resgatadas de situações de risco no mar nos primeiros quatro meses do ano. Um total de 8.255 salvamentos marítimos foram efetuados pela corporação nesse período.

 

A atuação dos guarda-vidas foi fundamental para socorrer banhistas em vulnerabilidade, especialmente aqueles que enfrentavam os perigos das fortes correntes de retorno e se aventuravam em trechos da orla considerados impróprios para o mergulho.

 

Apesar do volume expressivo de resgates realizados neste ano, o índice atual representa uma redução em comparação com o ano anterior. Em 2025, por exemplo, o CBMERJ registrou um número ainda maior de ocorrências, contabilizando aproximadamente 8.500 salvamentos aquáticos nas praias do litoral fluminense apenas entre os meses de janeiro e 22 de fevereiro.

 

Em vista da persistência de um grande volume de chamados, o Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro enfatiza a importância crucial da prevenção de acidentes e da rigorosa observância às recomendações de segurança emitidas pela corporação, visando reduzir os casos de afogamento e garantir a proteção dos frequentadores das praias.

 

Medidas Essenciais de Prevenção e Segurança no Litoral

 

É imprescindível que os banhistas respeitem a sinalização presente nas praias, abstendo-se de entrar na água em áreas demarcadas com bandeira vermelha, que indicam alto risco.

 

Aconselha-se que a população nade sempre nas proximidades dos postos de guarda-vidas, em trechos da orla que são especificamente designados como seguros para o banho.

 

O consumo de bebidas alcoólicas deve ser evitado antes de qualquer entrada no mar, pois o álcool pode comprometer a capacidade de reação e o julgamento.

 

É fundamental manter-se vigilante em relação às denominadas correntes de retorno, fenômenos que frequentemente arrastam os nadadores para longe da costa, em direção ao alto-mar.

 

Recomenda-se não nadar em pontos próximos a formações rochosas, costões ou outras estruturas, onde a intensidade da correnteza pode gerar riscos de impacto e acidentes.

 

Por fim, os bombeiros desaconselham o banho noturno no mar, em função da reduzida visibilidade, que dificulta a percepção de ondas fortes, pedras ocultas sob a água e a presença de animais marinhos.

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